Compartilhamentos

Pouca gente aposta que neste ano ainda possa sair um acordo que ponha um fim ao abismo que se formou entre o TCE e o governador Camilo Capiberibe. Interlocutores tentam apaziguar os ânimos, mas a missão é difícil. Além das declarações públicas de representantes dos dois lados, a bola de neve é alimentada por pelo menos duas ações judiciais movidas pelos conselheiros substitutos contra o governo.

O Tribunal de Contas do Estado reivindica o repasse ao tribunal da bagatela de R$ 15 milhões. A dinheirama seria excedente de arrecadação. Diante da negativa, a retaliação. Depois de rejeitar várias prestações de contas de gestores do governo e até do primeiro governo do PSB (na época do governador João Capiberibe), o tribunal não permitiu o retorno ao governo de Maurício Souza, funcionário concursado e recém-admitido pelo TCE.

Souza pediu exoneração do Instituto de Ordenamento Territorial (Imap) para assumir a vaga no tribunal. A ideia de Maurício era retornar ao comando do Imap, o que não aconteceu.

Compartilhamentos