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Conferindo o arrimo

Governadora em exercício, Dora Nascimento (PT), visita nesta terça-feira, 14, as obras do muro de arrimo do Aturiá. Moradores, que acompanham o avanço do Rio Amazonas todos os dias, tem reclamado na imprensa que a obra anda a passos de tartaruga. Técnicos da Secretaria de Infraestrutura do Estado (Seinf) dizem que a culpa é da maré, e garantem que a obra será entregue no fim do ano.

Visibilidade política

Pré-candidata ao Senado, Dora vai tentar aproveitar o máximo que puder para amealhar dividendos políticos do exercício do governo que deve durar uma semana por causa das férias do governador Camilo Capiberibe (PSB). A equipe de Dora preparou uma agenda vastíssima de visitas a obras do governo, que incluem passagens principalmente por escolas, conjunto Macapaba, entre outros.

Memórias de um ex-prefeito

O vereador João Henrique Pimentel (PR) está finalizando um livro que conta sua trajetória como o primeiro prefeito reeleito de Macapá. Já terminou de redigir a parte política da história, e agora entrou na seara administrativa. Um dos capítulos tem espaço especial para a Operação Pororoca, da Polícia Federal, que em 2005 prendeu o prefeito logo no início de seu segundo mandato.

Recuo e desobediência

Na última hora o prefeito Clécio Luis (PSOL) mandou desmarcar a entrevista coletiva que daria no sábado, 11, por conta do cancelamento do contrato com a empresa Terraplena. Foi aconselhado por seus principais assessores a recuar. A determinação foi do desembargador Gilberto Pinheiro, que em novembro já tinha mandado suspender a licitação. Em sua decisão, o magistrado considerou que o prefeito poderá responder por crime de desobediência se continuar o processo.

Qual vale mais?

Secretário de Manutenção Urbanística, José Mont Alverne, tem dito que a licitação só continuou porque havia uma decisão do juiz (de primeira instância) Ernesto Colares permitindo o prosseguimento do processo. Para especialistas, vale a decisão do desembargador por se tratar de uma decisão (mesmo que liminar) do Tribunal de Justiça.

Grude de ouro

Não é de se espantar que existam cerca de 400 embarcações paraenses pescando na costa do Amapá. Além dos peixes nobres que são levados para frigoríficos do Pará e de outros estados, o tal “grude” da gurijuba é uma espécie de ouro dos rios e oceanos. O quilo é vendido para o mercado asiático por R$ 500. O subproduto do pescado é utilizado como fixador pelas indústrias de cosméticos.

Desmonte dos japoneses

Para o grupo, Yamada 2014 pode ser o último ano de atividades no Amapá. Os donos da empresa teriam manifestado ao empresário Odilon (dono do prédio que a empresa ocupa no centro comercial de Macapá), a intenção de encerrar as atividades no Estado. Um dos planos de Odilon, caso isso ocorra, é ingressar de novo no ramo de supermercados, o que incluiria reabrir a antiga “Casa das Carnes”, na Lagoa dos Índios.

Reforço carioca

Empresário Luciano Marba, presidente do Santos, está no Rio de Janeiro desde a semana passada. Negocia no Flamengo a vinda de pelo menos 5 jogadores para integrar o time do Peixe da Amazônia que se prepara para disputar uma competição regional (Copa Verde) e duas nacionais, a Copa do Brasil e a Série D do Campeonato Brasileiro de Futebol.

Fenômeno

A comparação pode até ser exagerada, mas no quesito “estupro” o Amapá lembra um pouco a Índia, onde esse tipo de crime virou quase uma epidemia nacional. Só na capital amapaense a delegacia de Crimes Contra a Mulher registrou 103 casos no ano passado, só um pouco menos que em 2012 quando foram catalogadas 117 ocorrências. Isso sem falar dos casos que acontecem no interior quase que de forma cultural e silenciosa.

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