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O kitesurf enche os olhos por vários motivos. Primeiro porque, no Amapá, esse esporte praticado às margens do majestoso Rio Amazonas, ao lado da imponente Fortaleza de São José de Macapá, e pelo colorido das velas que puxam os atletas em suas pranchas deslizantes que cortam as águas. Mas também porque há cerca de um ano, o grupo de velejadores passou a ser integrado por mulheres. As belas meninas do kitesurf chegaram para mostrar que também são habilidosas, deixando o esporte ainda mais bonito e democrático.

Tamaia encara a parte mais difícil: inflar o equipamento

Tamaia encara a parte mais difícil: inflar o equipamento

Beatriz tem apenas 14 anos. Há um ano começou a se interessar pelo esporte motivada pela mãe e um amigo. Fez o curso, administrado pela Associação de Kitesurf do Amapá, e pronto. Hoje, sempre que pode, aproveita os fins de tarde para deslizar sobre as águas do Rio Amazonas. “Não senti dificuldades e também nunca me machuquei”, diz ela, que não é a única mulher do grupo.

Beatriz e uma das tarefas  que exigem mais paciência: desembaraçar as cordas da vela

Beatriz e uma das tarefas que exigem mais paciência: desembaraçar as cordas da vela

Uma ajudinha dos homens sempre vai bem

Uma ajudinha dos homens sempre vai bem

Tamaia, de 29 anos, é outra bela que se transforma em fera em cima da prancha do kite. Tamaia começou há um ano e meio, em Macapá, na temporada de kitesurf no fim do ano de 2012. O mais difícil, segundo ela, chegar e não encontrar vento suficiente para empurrar a vela. “Nunca me machuquei seriamente. A gente vai topando com peçados de madeira flutuando no trajeto, mas nada sério”, garante a musa.

 

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