Compartilhe

Parentes do cabelereiro Erinaldo Gomes de Oliveira, de 34 anos, estiveram ainda na quarta-feira, 6, no instituto médico legal da Politec para reconhecer o corpo da vítima. Já há pistas periciais importantes no caso que demonstram que pelo menos duas pessoas participaram do assassinato.

Cabeleireiro pode ter sido dominado por dois assassinos.

Cabeleireiro pode ter sido dominado por dois assassinos.

O corpo de Erinaldo Gomes de Oliveira, conhecido no mercado dos salões de beleza como Naldo, foi encontrado com um fio de telefone amarrado ao pescoço na manhã da quarta-feira. Ele foi visto pela última vez no percurso da Banda, acompanhado de amigos.

Testemunhas disseram ter visto Naldo retornando ao salão na companhia de um rapaz. Mas os peritos que estiveram no local acreditam que o crime tenha sido cometido por pelo menos dois assassinos. “Ao que parece ele foi imobilizado com o fio de telefone, enquanto outra pessoa batia nele com um extintor de incêndio”, informou o diretor da Politec, Odair Freitas.

No local do crime a polícia encontrou três preservativos usados. Também havia vestígios de sêmen no corpo da vítima. Desapareceram do local um televisor de 42 polegadas, além de um frigobar e outros aparelhos eletrônicos que foram levados no carro da vítima. O veículo foi encontrado depois abandonado e também com digitais. “Quem quer que tenha cometido esse crime não estava preparado para o crime. Os peritos encontraram muitas toalhas no salão que podiam ter sido usadas para limpar as evidências”, avalia Freitas.

As provas periciais podem levar a uma rápida identificação dos autores do crime desde que eles estejam no banco de dados da polícia. O assassinato está sendo investigado pela Delegacia de Crimes Contra a Pessoa.

 

Compartilhe