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Dois médicos estão sendo processados por não cumprimento de carga horária de trabalho. Um dos médicos era pago para trabalhar 40 horas semanais no Hospital de Clínicas Alberto Lima, mas trabalhava apenas 3 horas. O outro era o chefe dele que seria conivente com o descaso. A ação foi impetrada pela Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público de Macapá, no último dia 14.

Segundo apurou a Promotoria de Justiça de Defesa da Saúde, o médico, admitido mediante concurso com salário de R$ 9 mil para realizar cirurgias no Alberto Lima, vinha cumprindo apenas 3 horas semanais, com a conivência de seu superior. O próprio cirurgião declarou ao MP que reside na cidade de Belém (PA), atendendo no HCAL apenas às quintas-feiras, de 8 horas às 11 horas, já que também trabalha no Hospital São Camilo, em Macapá, e no Hospital de Clínicas Gaspar Viana, em Belém.

Na ação, o Ministério Público pede o ressarcimento de R$ 182.707,71 pelas horas não trabalhadas pelo médico cirurgião e condenação deste e de seu superior, que certificou o cumprimento integral da carga horária na folha de ponto, por improbidade administrativa em prejuízo ao erário, além da perda da função pública e outras penalidades previstas em lei

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