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A Polícia Técnica confirmou na manhã desta quarta-feira, 23, que os ossos encontrados na embarcação que explodiu no dia 11 de abril no porto do Perpetuo Socorro, Zona Leste de Macapá, são mesmo de José Elielson Chaves, de 25 anos, que estava desaparecido desde o dia do acidente. Ele era tripulante e foi visto pela última vez no porão da embarcação tentando dar partida no barco com auxílio de uma bateria de caminhão.

O acidente deixou cinco vítimas. Dois ainda estão no setor de queimados do Hospital de Emergência. São eles: Gonzaga Amaral, de 24 anos e Sanção Leal da Silva, de 24 anos. Segundo os médicos, o estado de saúde deles é estável. Além de José Elielson, já haviam sido confirmadas as mortes de Iranildo do Carmo de Souza, de 38 anos e Andressi João da Costa João Rodrigues, de 27 anos.

A ossada foi encontrada no dia seguinte ao acidente em meio aos escombros. O Corpo de Bombeiro entregou o material para a Politec, que chamou parentes do desaparecido para realizar o exame de DNA.

O resultado deve ser entregue à Polícia Civil, que abriu um inquérito para apurar as causas do acidente. Familiares das duas vítimas que estão internadas no HE e pessoas que estavam no porto na hora do acidente estão sendo ouvidas pela polícia.

Dados preliminares da investigação dão conta de que a embarcação “José Felipe” explodiu depois que a tripulação e o comandante do barco tentaram uma transferência de carga de uma bateria para outra, prática conhecida como “chupeta”. A ação ocasionou uma faísca, que em contato com 14 mil litros de combustível armazenado clandestinamente ocasionou a explosão.

 

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