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O laudo definitivo deve sair só na próxima semana, mas peritos da Polícia Técnica do Amapá já dão como certo que o osso encontrado no primeiro barco que explodiu na última sexta-feira, 11, no Igarapé das Mulheres, é mesmo parte de um fêmur. No total, 7 barcos foram destruídos e 4 pessoas continuam internados no Hospital de Emergência de Macapá.

O osso foi encontrado onde ficava a casa de máquinas do barco José Felipe, onde José Elielson Ladeira Chaves era tripulante. Uma testemunha e o comandante da embarcação, ainda internado em estado grave no HE, relataram que foi José Elielson quem buscou uma bateria de caminhão no posto de gasolina e voltou acompanhado de um frentista, também internado. Depois da explosão, o tripulante não foi mais visto.

Essa revelação e a chegada de parentes de José Elielson vindos de Anajás (PA) atrás de notícias do rapaz, fizeram o Corpo de Bombeiros voltar ao local da tragédia, no cais do bairro Perpétuo Socorro. No fim da manhã de sábado, 12, parte de um osso foi encontrado. Havia a possibilidade de que poderia ser bovino já que o barco levava alimentos para Anajás. “Todos os indícios apontam para um fêmur, um dos poucos ossos que costumam aparecer em casos assim”, explicou o presidente da Politec, Odair Freitas.

O laudo definitivo deve sair na próxima quarta-feira (16). O osso está muito danificado, mas apesar disso, peritos já tentarão extrair material genético para comparar com o DNA de algum parente de José Elielson.

 

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