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A Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (Dete) da Polícia Civil conseguiu apreender neste sábado, 30, cerca de 100 quilos de crack em uma localidade conhecida como Foz do Mazagão Velho, a 4 horas de barco de Mazagão. Essa foi a maior apreensão da história da Polícia Civil no Amapá. Em uma operação realizada em novembro do ano passado foram apreendidos 90 quilos da droga.

Delegado Marko Scalizo em meio a grande quantidade de droga

Delegado Marko Scalizo em meio a grande quantidade de droga

Segundo o delegado titular da Dete, Marko Scalizo, a droga pertencia a Elton Quadros Ataíde, de 33 anos, traficante que foi morto em uma troca de tiros com o Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar (Bope) na última quinta-feira, 28, em uma chácara no município de Mazagão. Na ocasião, foram apreendidos 23 quilos de crack. “Já estávamos atrás desse traficante que foi preso ano passado mas estava foragido. Quando o Bope conseguiu encontrá-lo, nós apenas intensificamos as investigações que já vinham acontecendo desde abril deste ano”, explicou o delegado.

A droga estava armazenada em carotes enterrados

A droga estava armazenada em carotes enterrados

A droga foi encontrada pela cadela Flexa, do Canil da Polícia Civil, em uma área de mangue próximo a casa em que o traficante foi morto pelo Bope, em carotes enterrados. “Nós saímos de Macapá às 5 horas da manhã deste sábado e já estávamos desistindo das buscas quando a Flexa sentiu o cheiro da droga”, acrescentou.

A cadela Flexa, do canil da Polícia Civil, foi quem encontrou a droga enterrada

A cadela Flexa, do canil da PC, foi quem encontrou a droga

Como trata-se de 100 quilos de pedra bruta de crack, a estimativa da Polícia Civil é que essa quantidade resultaria em aproximadamente 350 quilos da drogas nas ruas, já que os traficantes misturam a pedra bruta com outros produtos quadruplicam a quantidade.

Scalizo ainda informou que essa apreensão está relacionada com a Operação Santiago, realizada em novembro do ano passado, quando foi preso Elton Quadros com 90 quilos de crack. Quadros era apontado como uns dos chefes do tráfico nos estados do Amapá e Pará.

Reportagem: Anderson Calandrini

Fotos: Anderson Calandrini e Polícia Civil

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