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Depois de 9 anos em obras e com investimento de R$ 1,2 milhão o Restaurante Popular finalmente vai abrir as portas. O prédio está em fase final de acabamento e um pregão eletrônico será realizado para contratação de uma empresa responsável por fornecer as refeições.  De acordo com a Prefeitura de Macapá, a demora na entrega se deve a compra de equipamentos. A previsão é que o restaurante comece a funcionar em novembro.

O restaurante está com a estrutura física pronta desde 2008, mas não tinha equipamentos. Os recursos destinados para esse fim retornaram aos cofres do Governo Federal. O espaço é resultado de um convenio entre a Prefeitura de Macapá e o Governo Federal. Na época R$ 1 milhão foi gasto na execução da obra. “Compramos as duas câmaras frigoríficas por R$ 160,00 mil e usamos mais R$ 100 mil da Prefeitura para readequar o projeto que não continha forro, climatização, revestimento na cozinha e mesas de madeira”, explicou o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico (Semdec), José Oliveira.

José Oliveira, Secretário de Desenvolvimento Econômico

José Oliveira, Secretário de Desenvolvimento Econômico

A obra foi adequada com o modelo exigido pela Vigilância Sanitária que preconiza uma câmara frigorífica para congelar os alimentos e outra para resfriar. O espaço do refeitório é para 150 pessoas com rotatividade de 600 refeições diárias. O projeto é uma das primeiras obras do programa Fome Zero (começou em 2006) que tem como objetivo ampliar a oferta de refeições aos trabalhadores urbanos de baixa renda, garantindo o direito humano à alimentação saudável com preço acessível.

A refeição deve ser vendida ao trabalhador ao preço de R$ 2,00, mas com o custo de R$ 8,00 para a Prefeitura. Dentro do Restaurante Popular terá uma sala de leitura. “A ideia é que quando o trabalhador termine de almoçar tenha um espaço para relaxar fazendo a digestão e se informando por meio da leitura”, disse o prefeito de Macapá, Clécio Luís.

Restaurante Popular vai servir 600 refeições por dia

Restaurante Popular vai servir 600 refeições por dia

A Secretaria Municipal de Ação Social e Trabalho (Semast) está realizando um trabalho de pesquisa para identificar que tipo de público poderá ser beneficiado pelo restaurante. A recomendação do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) é atender o trabalhador e o estudante com poder aquisitivo mais baixo.

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