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A polêmica em torno do contrato da vigilância das escolas estaduais pode terminar de forma inusitada e com violência. Vigilantes da empresa LMS estariam sendo ameaçados por vigilantes da empresa que venceu a licitação, mas que teve o resultado suspenso por uma decisão da Justiça há cerca de duas semanas. O temor é que existam casos de agressão entre os funcionários das duas empresas. No município de Santana, já tem escola com vigilantes das duas empresas.

Em junho, a Secretaria de Educação do Estado (Seed) anunciou o fim do processo de licitação para contratar a nova empresa, mas o resultado foi suspenso pelo juiz João Guilherme Lages depois que o Sindicato das Empresas de Vigilância alegou irregularidades como, por exemplo, o prazo de 30 minutos para recurso.

Enquanto a Justiça não decide em definitivo, em Santana os ânimos andam exaltados. Vigilantes da LMS dizem que tem sido abordados por funcionários de outra empresa e “intimados” a abandonar os postos.  Em uma escola no Bairro Provedor I, há dois vigilantes com uniformes diferentes. “Supervisores estão nos orientando a registrar as ameaças no livro de ocorrência e chamar a polícia”, comentou um vigilante da LMS. 

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