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A vereadora de Macapá Aline Gurgel, presidente estadual do PR e ex-candidata a vice-governadora pela coligação “Unidos Pelo Amapá Que Queremos”, anunciou apoio no 2º turno  ao candidato do Partido Democrático Trabalhista (PDT), Waldez Góes. Aline era vice de Bruno Mineiro (PT do B), que ainda não se posicionou na disputa. Bruno ficou em quarto lugar com pouco mais de 7% dos votos.

Durante uma coletiva de imprensa, Aline explicou que as negociações começaram depois de um telefonema do candidato do PDT já pedindo apoio na segunda-feira, 06, um dia após a eleição. Aline disse que nem chegou a ser procurada pelo candidato do Partido Socialista Brasileiro (PSB), Camilo Capiberibe. “Não houve contato por parte do PSB que mobilizasse uma negociação com as lideranças que compõem os nossos partidos. Sempre observamos constantemente essa falta de diálogo com as lideranças em seu mandato”, criticou Aline ainda referindo-se a Camilo.
Para Aline, a suposta falta de traquejo demonstra também dificuldade de governar. “Basta observar que em nenhum outro momento como aconteceu agora, vimos pessoas doentes tendo que se levantar do leito hospitalar para protestar em via pública, ou professores sendo agredidos moralmente” acrescentou.

Bruno Mineiro

Bruno em momento no início da campanha, quando anunciava coligação com 10 partidos. Foto: Ascom

Com o anúncio, Waldez passa a contar com o PR, o Partido Republicano Brasileiro (PRB), e o Partido Humanista da Solidariedade (PHS), todos comandados pela família Gurgel, com liderança do deputado federal reeleito Vinícius Gurgel. No primeiro turno, a coligação composta pelos partidos foi a mais votada, tendo com isso a bancada mais numerosa dentro da Assembleia Legislativa, com cinco deputados estaduais, além de dois federais.
Durante a campanha, a coligação de Aline e Bruno fez críticas severas aos dois candidatos que concorrem no segundo turno. No entanto, Aline Gurgel disse acreditar que as críticas são típicas do período eleitoral, e que é pior os partidos não se posicionarem por uma candidatura.

Por enquanto, o apoio é dos três partidos. As outras legendas da coligação, PROS, PEN, PV, PSDC, PTN e o PT do B, de Bruno Mineiro, ainda não anunciaram para onde vão. Procurado pelo site, o candidato não retornou nossas ligações.

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