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O deputado estadual Bruno Mineiro (PTdoB) retornou à Assembleia Legislativa depois das eleições nesta terça-feira, 04, e já na primeira sessão cobrou dos parlamentares uma análise minuciosa na distribuição orçamentária proposta pelo governador Camilo Capiberibe (PSB), para 2015. Além disso fez uma breve avaliação de sua participação nas eleições deste ano, quando disputou o Setentrião.

Ele defende que as maiores receitas sejam aplicadas em áreas consideradas essenciais para desenvolvimento da máquina administrativa, entre elas, a segurança pública. “Precisamos ter muito cuidado ao analisarmos o orçamento para o ano que vem. Não podemos permitir que setores como a segurança pública fiquem esmagados por conta da falta de investimentos. Temos que garantir à sociedade uma segurança de qualidade, mas para isso o policiamento precisa de investimentos e os policiais de capacitação”, enfatizou.

Para ressaltar o momento crítico pelo qual passa a segurança pública no Estado, Bruno Mineiro lembrou o caso do sequestro da jovem de 15 anos, que está em poder de bandidos, após assalto na residência onde ela mora no Bairro Açaí, Zona Norte da capital. “A polícia tem que estar preparada para todas as ocasiões e hoje não sabemos ao certo as condições em que esses policiais atuam”, disse.

AVALIAÇÃO

O parlamentar fez uma avaliação de sua participação nas eleições quando concorreu ao cargo de governador e ficou em quarto lugar. “Fizemos uma bela campanha e fomos bem aceitos pela sociedade que nos garantiu uma votação expressiva, mas não o suficiente para chegarmos ao segundo turno. Aí resolvemos apoiar o governador eleito Waldez Góes (PDT) por entender que ele é o que consegue dialogar com todos e tem condições de colocar o Amapá no caminho do desenvolvimento”, justificou.

Além de retornar ao parlamento, Bruno Mineiro volta a presidir, também, a Comissão Permanente de Obras da Assembleia Legislativa, e adiantou algumas ações ainda para este ano. “Iremos visitar as obras das hidrelétricas em andamento no interior do Amapá e todas as outras atividades em execução para impedir que os municípios e até mesmo o Estado sejam prejudicados e os trabalhadores expostos de maneira que coloquem suas vidas em risco”, adiantou.

 

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