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O caso dos cinco acusados de assalto mortos em uma troca de tiros com policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope) no último sábado, 29, no Congós, foi encaminhado para investigação da Polícia Civil, que vai avaliar a ação dos policiais na abordagem. Os relatórios apontam que os suspeitos revidaram a ação dos policiais e, que na troca de tiros todos foram mortos.

Na manhã desta segunda-feira, 01, familiares dos assaltantes mortos, que não quiseram se identificar, disseram que pessoas que moram próximo ao local onde aconteceu o tiroteio, teriam testemunhado que o Bope entrou na casa onde os suspeitos estavam escondidos com a intenção de matar e não de cumprir a lei. Sobre o assunto a Corregedoria da PM só pode abrir sindicância se houver denúncia formal sobre a ação do Bope.

Como não há denúncia o processo seguirá os trâmites normais. “Como houve morte, o caso é enviado para a Polícia Civil, que investiga os dados periciais e o relatório da ocorrência. Se for o caso, envia o processo para o Ministério Público, que por sua vez encaminha a denúncia para a Justiça, se assim achar conveniente”, explicou o corregedor geral da PM, coronel Carlos Souza.

Segundo o boletim de ocorrências, o Bope foi atender a denúncia sobre o paradeiro dos cinco suspeitos terem invadido a casa do empresário Satoro Kubota, no Bairro Goiabal, que foi espancado e torturado pelos assaltantes. Os policiais relataram que no local informado foram recebidos a tiros pelos assaltantes. Houve troca de tiros e os cinco assaltantes morreram.

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