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No ano passado moradores de vários bairros sofreram com os alagamentos. As chuvas que caíram no domingo e nesta segunda-feira, 5, em Macapá, serviram para colocar a prefeitura em alerta. Órgãos do município iniciaram o monitoramento e serviços para prevenir os alagamentos. A previsão é que mais chuvas caiam em todo o estado nos próximos dias, segundo o Núcleo de Meteorologia do Iepa.

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), existem 13.801 casas em áreas de ressaca em Macapá e 620 áreas com risco de alagamentos. “Não registramos nenhum alagamento até agora, mas existem pontos que devem ser observados. Nesse momento, precisamos da ajuda dos moradores que não devem aterrar e jogar lixo em áreas de ressaca”, frisou o bombeiro da Defesa Civil, Renan Pinheiro.

Foto do ano passado na Avenida Mendonça Furtado, em pleno centro de Macapá. Fotos: Seles Nafes e Cássia Lima

Foto do ano passado na Avenida Mendonça Furtado, em pleno centro de Macapá. Fotos: Seles Nafes e Cássia Lima

Segundo a previsão meteorológica do Iepa, esta semana o sol aparecerá entre nuvens e haverá muita pancada de chuva em todo o Estado. As chuvas devem ser mais moderadas nos municípios de Oiapoque, Calçoene, Amapá, Pracuúba e Tartarugalzinho. Em Macapá, a previsão é de chuva intensa nos próximos dias.

A prefeitura trabalha estrategicamente com a ampliação do sistema de drenagem de águas pluviais e desobstrução dos canais. Mas é necessária a colaboração da população no sentido de evitar o despejo de lixo nas vias públicas e lagos. Isso facilita o escoamento das águas da chuva.

Casa no Bairro do Buritizal

Casa no Bairro do Buritizal

Em fevereiro do ano passado, vários pontos de alagamento foram registrados em Macapá. Os mais complicados ocorreram nos bairros Santa Rita, Congós e Centro. No Santa Rita, a cada chuva dezenas de casas iam para o fundo.

A dona de casa Renilda de Almeida, moradora da Avenida Silas Salgado, no Bairro Santa Rita, protagonizou uma das cenas mais emblemáticas daquele período chuvoso, quando precisou usar uma canoa para sair de casa. A questão é: será que vai acontecer tudo de novo?

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