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Pela primeira vez a família de Cleiton Ramon Soares Ribeiro, de 25 anos, acusado de matar a namorada, Estefani da Rocha Gomes e o amigo dela, Elias da Silva Dias Siqueira, no dia 25 de agosto de 2014, falou com a imprensa. O objetivo foi questionar a informação da Polícia Civil de que Ramon estava foragido.

Segundo a família, em nenhum momento, desde que ganhou a liberdade em setembro passado, Cleiton Ramon fugiu do Estado. “A notícia de que ele era considerado foragido foi caluniosa, pois o meu cliente se entregou espontaneamente. Não houve a necessidade nem de algemá-lo. Eu mesmo o levei ao fórum para se entregar depois que a Justiça expediu o mandado de prisão”, afirmou Andrey Pinheiro, advogado de Ramon.

Advogado Andrey pinheiro: estamos prontos para fazer a defesa de Ramon

Advogado Andrey pinheiro: estamos prontos para fazer a defesa de Ramon

O advogado disse que Ramon só não se entregou antes porque aguardava um parecer sobre o pedido liberdade provisória. “Quando saiu a determinação judicial, nós entramos com o pedido de liberdade provisória, porém o pedido foi negado e Ramon se entregou na última quinta-feira, 22”,  explicou Pinheiro.

“Não estamos aqui para tirar a culpa do meu filho. Mas já ouvimos tantas mentiras, que resolvemos falar para contar que em nenhum momento meu filho tentou fugir da responsabilidade. Sempre esteve à disposição da Justiça”, comentou a mãe de Ramon.

Ramon está no Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen) aguardando a primeira audiência, que está agendado para o próximo dia 12 de fevereiro. Nessa audiência serão ouvidas as testemunhas, a partir daí a Justiça vai decidir se o caso vai à Júri Popular ou não. “Pela minha experiência acredito o caso vai realmente à Júri Popular. Se isso acontecer estaremos prontos para fazer a defesa de Ramon”, finalizou o advogado.

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