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Depois de ser atropelado em uma calçada por um carro desgovernado, ter fraturado oito costelas, ficar em coma induzido por 30 dias e outros 30 sob cuidados médicos, Elpídio Vilhena Amanajás, conhecido como “Seu Xavier” recebeu alta do Hospital São Camilo nesta quinta-feira, 08. Até agora o motorista que atropelou o aposentado não foi identificado.

O aposentado agora terá que fazer fisioterapia para recuperar os movimentos. “Foi um milagre. Meu pai, de 76 anos, bateu a cabeça, as pernas, teve oito costelas quebradas e estava vivo por conta de aparelhos que ajudaram a manter 80% dos órgãos vitais em funcionamento, conseguiu sair com vida de mais essa batalha. Agora temos muito a agradecer a Deus por mais esse obstáculo superado e seguir as indicações médicas”, contou um dos sete filhos de Seu Xavier, José Roberto Amanajás.

Única imagem da picape que atropelou seu Xavier

Única imagem da picape que atropelou seu Xavier

Devido as lesões sofridas, na próxima semana Seu Xavier passará por uma série de exames para saber se o acidente deixou alguma sequela grave. Por enquanto ele ainda anda com dificuldades e usa uma cadeira de rodas para se locomover.

Delegado Ronaldo Coelho, responsável pelo caso

Delegado Ronaldo Coelho, responsável pelo caso

O acidente aconteceu no dia 17 de novembro de 2014. Seu Xavier saiu de casa, no Bairro do Trem, a caminho de uma Casa Lotérica para pagar algumas contas, quando foi atropelado por uma picape. Depois do acidente o motorista fugiu. A única imagem do carro, feita por um sistema de câmeras às proximidades do local do acidente, não foi suficiente para a polícia encontrar o motorista.

Desde então, a Delegacia de Trânsito está investigando o caso e tentando achar indícios que possam levar à pessoa que dirigia o carro. “Ainda não temos muitas novidades. Estamos aguardando um programa especial usado pela Polícia Federal de Brasília, que pode dar mais nitidez a única imagem que temos do carro. Espero que assim possamos localizar o dono do veículo e o possível atropelador”, disse o delegado Ronaldo Coelho, responsável pelo caso.

 

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