Compartilhamentos

O que vigilantes, rodoviários, e funcionários do caixa escolar tem em comum? Profissionalmente nada, a não ser pelos salários atrasados. Na manhã desta quarta-feira, 11, na Praça da Bandeira, eles se uniram para engrossar o protesto e chamar a atenção da sociedade para o problema que se arrasta desde o ano passado.

No caso dos motoristas e cobradores, o atraso chega a sete meses “Hoje atrasamos a saída dos ônibus (da garagem). Essa foi a única forma que viemos para falar do nosso direito, mas se nada for feito faremos greve por tempo indeterminado”, avisou o presidente do sindicato, Genival Cruz.

A paralisação geral dos ônibus está marcada para a próxima quinta-feira, 12, mas pode não ocorrer. A Companhia de Trânsito de Macapá tenta intermediar um acordo. “Vamos reunir com a categoria e as empresas esta tarde”, adiantou a presidente da CTMac, Cristina Badinni.

Com exceção dos rodoviários do Amapá, a situação das outras categorias envolve o Governo do Estado, empresas terceirizadas e o caixa escolar. “Há dois meses estamos sem receber. Já viemos de uma greve com a antiga gestão estadual. Só queremos receber para pagar nossas contas que também estão atrasadas”, desabafou Antônio Carlos Barros, funcionário de caixa escolar.

A Secretaria de Educação do Estado ficou de se pronunciar ainda hoje sobre o problema.

Compartilhamentos