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O trecho Norte da BR-156 já tem seu primeiro grande atoleiro. Fica na altura do KM-740, entre os municípios de Calçoene e Oiapoque. Por conta disso, a viagem para a fronteira, que estava sendo feita em 8 horas, está durando até 14 horas.

Dnit diz que não é possível fazer qualquer obra no trecho com atoleiro

Dnit diz que não é possível fazer qualquer obra no trecho com atoleiro

Até ônibus estão tendo dificuldades para passar pelo local. Em muitos casos os passageiros precisam atravessar o atoleiro a pé pelas margens da rodovia, até que os ônibus consigam vencer o atoleiro. Ainda não há notícias sobre falta de combustível para alimentar os geradores de energia de Oiapoque, situação que já se repetiu por vários anos durante a estação das chuvas.

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) informou que a empresa responsável pelo trecho está se mobilizando no local para dar assistência aos motoristas. A direção do órgão diz que não é possível realizar obras nessa parte da rodovia. “Nesse período do ano quanto mais se mexe, mais complicado fica o trecho. Máquinas ficarão de prontidão para auxiliar os veículos se for necessário, mas é paliativo”, explicou o diretor do Dnit no Amapá, Fábio Vilarinho.

No trecho Sul da BR, que liga Laranjal do Jari ao restante do estado, a situação também começa a ficar complicada. Chove muito na região, por isso três empresas já foram mobilizadas para cobrir o trecho entre o KM-21 e a sede do município de Laranjal do Jari.

Elas também ficarão responsáveis por auxiliar os motoristas com dificuldades em atravessar os atoleiros. De acordo com o Dnit, as empresas estão com equipes prontas para atuar a partir da próxima quarta-feira, 25.

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