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Chefes dos Poderes do Amapá se reuniram nesta quinta-feira, 12, como há muito tempo não se via. Durante um café da manhã na nova sede do Ministério Público, no Bairro do Araxá, o presidente da Assembleia, Moisés Souza (PSC), propôs um pacto político de desenvolvimento.

Estavam presentes o governador do Estado, Waldez Góes (PDT), o presidente da Assembleia Legislativa (Alap), o novo procurador geral do Ministério Público do Estado, Roberto Álvarez, a presidente do Tribunal de Contas (TCE), Margareth Picanço, e o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil no Amapá, Paulo Campelo, além de secretários de estado, procuradores e promotores de Justiça. A única ausência foi do presidente interino do Tribunal de Justiça, desembargador Carmo Antonio de Souza.

O presidente da Assembleia propôs a criação de um colegiado para debater grandes questões do Estado de forma contínua. “Isso vai resultar em excelentes alternativas que passam a compor o que chamamos de política de estado, e não mais políticas de governo. É natural que haja trocas de gestão, mas diante das conquistas, quem quer que venha a seguir não poderá retroceder”, explicou Souza.

Moisés Souza e o novo procurador-geral do MPE, Roberto Álvarez (que substitui Ivana Cei no próximo dia 6 de março) conversaram sobre a atuação do Ministério Público no impasse sobre a área do entorno do Porto de Santana, administrado pela Companhia Docas de Santana. “Agora o porto poderá se expandir e acessar recursos federais para isso. Daí ele vai poder dar vazão ao enorme potencial que tem para atrair novos investimentos para o Amapá, pois é isso que a população precisa”, concluiu.

Foto: Cleito Souza

 

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