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O empresário Felipe Edson Pinto, denunciado pelo Ministério Público por corrupção ativa, emitiu uma nota para esclarecer os fatos. Segundo ele, tudo não passa de especulação. Ele afirma que nunca foi dono ou sócio da empresa MVB e que nunca atuou no ramo de coleta de lixo. Ele pretende ingressar com representação na Corregedoria Geral do Ministério Público Estadual contra as declarações precipitadas dos membros do MP. Acompanhe abaixo o conteúdo da nota.

Nota de esclarecimento 

O empresário Felipe Edson quebrou o silêncio e classificou como “mentirosas, absurdas” e “fruto de fofoca e especulação” as denúncias protocoladas esta semana por membros do MPE por suposta corrupção ativa.

As denúncias foram feitas no bojo de uma ação contra o vereador Gian do Nae e o ex-secretário de finanças Jocildo Lemos. De acordo com o MPE, Felipe Edson teria pedido para que Gian do Nae intercedesse junto a Jocildo Lemos pelo pagamento da empresa MVB Serviços, que prestava serviços a Prefeitura de Macapá.

Felipe Edson afirma que não existe nos autos qualquer prova material sobre esse pedido. Além disso, não é, nem foi em qualquer momento dono ou sócio da empresa MVB. “Não tenho negócios  com a Prefeitura tampouco com o governo do Estado, muito menos no ramo de coleta de lixo”, declara.

O empresário afirma ter relação de amizade com Gian do Nae mas nunca utilizou essa relação pessoal para pedir favores de natureza empresarial. Além disso, sequer conhece ou foi apresentado em algum momento ao ex-secretário Jocildo Lemos.

O que Felipe Edson estranha é o lapso temporal entre os supostos fatos e a denúncia ofertada pelo MPE, quase cinco anos. Ele afirmou que pretende ingressar com representação na Corregedoria Geral do Ministério Público Estadual contra as declarações precipitadas dos membros do MP. “Enodoam a honra alheia e atingem a família. O TJAP sequer se manifestou se acata ou não a denúncia e tratam pessoas como criminosos”, desabafou.

 

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