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Apesar do grande número de pessoas lesionadas por armas brancas, a direção do Hospital de Emergência de Macapá diz que houve queda de 50% na quantidade de atendimentos na unidade em relação ao carnaval passado. Os casos mais comuns foram de pessoas feridas em brigas de bar e em blocos carnavalescos.

Homem algemado no HE por envolvimento em agressão com arma branca. Fotos: Jair Zemberg

Homem algemado no HE por envolvimento em agressão com arma branca. Fotos: Jair Zemberg

 

De sábado,14, até a “Terça-Feira Gorda”, 17, foram registradas 52 ocorrências:  21 com arma branca, 4 com arma de fogo e 27 acidentes no trânsito. No ano passado, o HE atendeu 120 vítimas da violência.

O caso mais grave atendido no HE teve como vítima um funcionário do próprio hospital, o técnico de enfermagem Rubens Monteiro Valente, de 33 anos. Ele foi esfaqueado durante um arrastão na orla por volta das 21 horas. Apesar de levado ao HE, ele não resistiu.

De acordo com a direção do HE, as estatísticas foram semelhantes às de um fim de semana comum. “Esses dados são irrisórios comparado com anos anteriores, principalmente de acidentes de carro. Mas a sinalização do trânsito e o policiamento ostensivo colaboram muito com essa queda”, avaliou o diretor do HE, Edinilson Costa

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