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Os bandidos atiraram muitas vezes para o alto para comemorar a morte do rival. Os disparos ocorriam mesmo com a presença de equipes do 6º Batalhão da Polícia Militar que procuravam suspeitos do assassinato de Gabriel Souza dos Santos, de 18 anos. Segundo a polícia, o jovem foi assassinado por membros de um grupo que se autodenomina “1º Comando da Baixada Pará”.

O homicídio, o único registrado no domingo, 12, na capital, ocorreu por volta das 21 horas. Gabriel foi atingido por dois tiros, um deles no peito, e morreu durante atendimento no Hospital de Emergência de Macapá. A polícia atribui o crime à rivalidade das gangues.

Policiais fizeram uma varredura nas pontes, apesar do risco

Policiais fizeram uma varredura nas pontes, apesar do risco. Fotos e reportagem: Jair Zemberg

Depois do confronto, policiais invadiram as pontes da Baixada Pará, uma continuação da Avenida Pará, no Bairro do Pacoval. São quilômetros de passarelas de madeira interligando bairros como Perpétuo Socorro, Cidade Nova, Canal do Jandiá e Pantanal.

Durante a varredura, policiais ouviram dezenas de tiros disparados por o alto. Eram os criminosos festejando, mas nenhum deles foi preso. Com grande conhecimento geográfico da área, eles se moviam na medida em que os policiais avançavam sobre as pontes. O risco de algum policial ser atingido por um atirador oculto era muito grande. A varredura terminou sem nenhuma prisão. 

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