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Mais de 700 profissionais da educação do município de Macapá realizaram uma assembleia geral na manhã deste sábado, 11, na Escola Amapá, e decidiram entrar em greve a partir da próxima quinta-feira, 16. Entre as reivindicações os profissionais querem reajuste do piso em 13%. Os trabalhadores estão baseados no reajuste dado pelo governo federal elevando o piso em 13,1%.

De acordo com a direção do sindicato da categoria, na sexta-feira, 10, houve uma reunião entre a prefeitura de Macapá e os representantes dos trabalhadores. Nesse reunião a PMM ficou de apresentar cinco propostas. Mas, segundo Ailton Costa, presidente da Executiva Municipal do Sinsepeap, a administração do município não apresentou nenhuma proposta.

Ailton Costa, direor municipal do Sinsepeap

Ailton Costa, direor municipal do Sinsepeap

“Para nós isso foi uma surpresa. Esperávamos discutir as propostas que seriam apresentadas, quando na verdade nada foi colocado na mesa. Então, na assembleia os trabalhadores resolveram entrar em greve na próxima quinta-feira, porque não aguentamos mais esperar pela boa vontade da prefeitura”, enfatizou Ailton Costa.

A secretária de Educação, Antônia Andrade, informou que o prefeito Clécio Luís preferiu esperar a conclusão do estudo de impacto econômico na folha do município, para poder apresentar uma proposta concreta aos trabalhadores. Na verdade, a PMM vai apresentar proposta para todas as categorias da administração municipal. Isso deve acontecer até o fim da semana que vem.

 

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