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As operadoras de telefonia móvel e fixa tem prazo de um ano para atender com mais eficiência, e isso inclui o Amapá, onde o serviço é um dos piores do país. O prazo dado pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) começou a contar a partir de janeiro deste ano.

Em relação à telefonia móvel, os principais problemas no Amapá são a demora para completar chamadas, oscilação no sinal e queda da ligação. Segundo a gerência da Anatel no Amapá, as melhorias estão previstas para o mês de junho.

“Os pequenos municípios que contam com apenas uma empresa fornecedora do serviço terão prioridade e as empresas podem ser multadas em até 10 milhões caso não cumpram as metas”, explicou o gerente da agência no estado, Edward Aires.

Edward Aires, gerente da Anatel: metas mais radicais

Edward Aires, gerente da Anatel: metas mais radicais

 

Mazagão, por exemplo, atendido somente pela Vivo, e Tartarugalzinho, atendido pela OI, terão prioridades nas ações de planejamento. As empresas tem até junho para melhorar o serviço.

E caso de desobediência, as multas serão diárias. “As ações emergências foram enviadas as quatro grandes empresas que atendem o Amapá (OI, TIM, VIVO e CLARO) e essas tem uma série de prazos a cumprir a depender da demanda. Como exemplo, podemos citar Macapá, que tem cobertura das quatro empresas. Nesses casos o prazo máximo para aplicações de melhorias chega há doze meses, a contar de janeiro”, acrescentou Aires.

No caso do Oiapoque, que hoje é atendido pela OI e pela TIM, os prazos para ambas é de nove meses. “O intuito é estipular metas diretas e mais radicais as melhoras, para que as pessoas possam começar a notar diferenças. As empresas também deverão estipular um novo plano trianua”, concluiu o gerente.

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