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Os professores da rede estadual prometem lotar o plenário da Assembleia Legislativa na quarta-feira, 13, quando acontece a leitura do projeto do Executivo sobre a nova regência de classe da categoria. Os professores não possuem o benefício desde 2012, quando foi incorporada ao salário. Nesta terça-feira,12, o deputado Jaci Amanajás (PPS) criticou a decisão da Casa de Leis que suspendeu a leitura da pauta durante a sessão ordinária.

“Uma proposta de grande importância como esta não deve ser adiada. A classe da educação merece essa gratificação de volta”, protestou o deputado.

Professores aprovaram em assembleia 33 pontos de reivindicações

Professores aprovaram em assembleia 33 pontos de reivindicações

A proposta de retorno da gratificação deve ser analisada e aprovada pela Assembleia Legislativa. Além dos professores em sala de aula, a regência abrange pedagogos e auxiliares educacionais.

A gratificação é apenas uma das 33 reivindicações dos professores na mesa de negociação com o governo do Estado. Segundo os educadores, a regência ideal seria em torno de 47%, mas a categoria já negocia o mínimo de 15%.

“Nós viemos acompanhar a tramitação e votação do Projeto de Lei para tentar evitar que o servidor perca novamente esse direito. Vale destacar que o governo entende nossa necessidade, assim como temos a noção exata da situação financeira do Estado. Mas não vamos aceitar menos que 15% de regência”, frisou o diretor de finanças do Sinsepeap, Jorge Garcia.

O magistério estadual é formado hoje por cerca de 11 mil trabalhadores, entre professores, pedagogos, especialistas e auxiliares educacionais. Na quarta-feira o projeto será lido e receberá os ajustes necessários. A meta é que até no fim deste mês o projeto seja votado e aprovado.

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