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O Sindicato dos Servidores em Educação do Estado do Amapá (Sinsepeap) aceitou os 4% de reajuste oferecidos pela prefeitura de Macapá, mas só aceita propor à categoria o fim da greve se houver garantias de que as melhorias salariais continuarão sendo discutidas ao longo do ano com gestores municipais. A entidade ainda espera uma resposta da prefeitura sobre essa e outras exigências.

“A prefeitura quer dar o assunto por encerrado, mas só terminaremos a greve se houver garantia de que vamos continuar discutindo. Essa é a principal cláusula do nosso termo”, explicou o presidente do Sinsepeap, Aroldo Rabelo.

Aroldo Rabelo, presidente Sinsepeap: continuar discutindo

Aroldo Rabelo, presidente Sinsepeap: continuar discutindo

Outra exigência para encerrar a paralisação é a antecipação do pagamento da progressão funcional, que estava programado para outubro. No total, são quatro progressões funcionais atrasadas.

A prefeitura ainda não deu a resposta, mas isso deve acontecer até a próxima segunda-feira, 1º. O Sinsepeap só vai marcar uma assembleia geral quando houver esse posicionamento.

A greve completou 43 dias neste sábado, 30. Inicialmente a categoria pedia 13%, depois recuou para 8%. Num dos momentos mais tensos do movimento houve o cerco e a invasão do prédio da PMM. Ao todo, a rede municipal de Macapá possui 1,6 mil professores, mas nem todos entraram em greve. Na verdade,em boa parte das escolas houve aulas durante o período oficial da greve.

“Em toda greve é assim, seja do estado ou do município, algumas escolas param, outras fazem meio turno, existe uma individualização”, analisou Rabelo.

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