Compartilhamentos

O Sindicato dos Servidores em Educação do Estado do Amapá (Sinsepeap) deu um passo importante que pode facilitar o entendimento com a prefeitura de Macapá e por um fim à greve que já dura cerca de um mês. A entidade apresentou proposta de 8% de reajuste na noite da última segunda-feira, 18, em mais uma mesa de negociação com representantes da prefeitura.

A PMM ainda não decidiu se aceita, mas a tendência é que haja uma contraproposta num valor intermediário próximo da inflação.

“Isso não quer dizer que estamos desistindo, estamos recuando um pouco para facilitar o diálogo e termos a possibilidade de chegar pelo menos a um número entre 4% e 8%, perto da reposição inflacionária e mais uma progressão”, ponderou o presidente do Sinsepeap, Aroldo Rabelo.

Aroldo Rabelo, pres. do Sinsepeap: Recuar para avançar

Aroldo Rabelo, pres. do Sinsepeap: Recuar para avançar

A proposta foi entregue ao secretário de Administração, Michel Miranda. A prefeitura propõe 4% e o cumprimento de uma progressão funcional, o que na prática também representa melhoria no salário. Mas a prefeitura só deve dar uma resposta sobre a nova proposta amanhã, 20.

Segundo a Semad,ainda é preciso calcular o impacto que uma decisão final da STF, que determina o pagamento de perdas salariais superiores a 15% referentes ao Plano Collor.

“Essa decisão já está transitada e julgada, e então estamos reunindo com os advogados do Sindicato dos Servidores Municipais para ver como vamos encaixar isso na folha de pagamento. Professores e servidores de outras categorias terão esse reajuste nos salários”, informou Miranda.

A categoria entrou em greve no mês passado pedindo 13%, equivalente ao reajuste no piso nacional. Os professores se reunirão em assembleia no próximo sábado, 23

Compartilhamentos