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Depois de ter voltado ao Amapá no último dia 01 de maio, o modelo Rarison Ricardo, em coma desde o dia 16 de novembro de 2013, ainda aguarda respostas do poder público. A família precisa mobiliar o quarto adaptado na casa dele, no município de Santana, a 17 quilômetros de Macapá. Hoje o quarto tem apenas um leito.

Segundo a tia do rapaz, Bárbara Miranda, Rarison conta com a ajuda de uma equipe de profissionais de saúde. “Hoje contamos com uma equipe da Secretaria Municipal de Saúde de Santana que faz o acompanhamento com fisioterapeuta, fonoaudiólogo e nutricionista, que ajudam bastante no tratamento do meu sobrinho”, contou.

Quarto que foi adaptado para receber Harison

Quarto que foi adaptado para receber Rarison

O único tratamento pago pela família é o atendimento de um neurologista, que desde o início vem acompanhando o tratamento do modelo. “Ainda aguardamos o posicionamento de outros órgãos públicos que ficaram de ajudar no tratamento do Rarison. Enquanto isso, vamos fazendo o que podemos, seguindo as determinações médicas”, acrescentou Barbará.

Rarison voltou para casa e vem sendo assistido por uma equipe de profissionais de saúde

Rarison voltou para casa e vem sendo assistido por uma equipe de profissionais de saúde

Hoje Rarison não pode receber visitas de amigos e poucas pessoas podem entrar no quarto adaptado onde ele está. Apenas alguns familiares, médicos e profissionais que fazem o tratamento podem entrar no local.

A luta de Rarison começou no de 16 de novembro de 2013, quando sofreu um acidente de carro. Desde então o rapaz de 26 anos está em coma. Em março de 2014, depois de uma grande mobilização nas redes sociais e ter adquirido uma bactéria no Hospital das Clínicas Alberto Lima (HCAL), o modelo foi encaminhado para um hospital em Belo Horizonte, Minas Gerais, através de um auxílio do governo do Estado do Amapá, conseguido por determinação judicial. Local onde ficou até o dia 30 de abril de 2015,  quando a família conseguiu que ele, mesmo em coma, recebesse o tratamento em casa, próximo de familiares e amigos.

Segundo a família a transferência do modelo foi feita para o local errado, porque o hospital de Belo Horizonte não continha tratamento neurológico, principal tratamento que o modelo deve submetido. Por isso a escolha para trazê-lo de volta do Amapá. Já que um dos melhores neurocirurgião do Brasil reside no Estado.

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