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Moradores e representantes de vários bairros da capital reivindicaram melhorias para suas comunidades na manhã desta segunda-feira,22, durante a audiência pública sobre a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), na Câmara Municipal de Macapá. A pauta das discussões priorizou as metas do Plano Plurianual Participativo (PPA). Ou seja, as prioridades definidas em debates com a comunidade.

A LDO define as prioridades de trabalho e orçamento que serão executados pelo Poder Executivo municipal durante o ano de 2016. Por lei, 25% do orçamento deve ser para a educação e 15% para o setor da saúde. A audiência desta manhã ouviu as lideranças de bairros e suas reivindicações.

As Associações de Moradores tiveram espaço para reivindicações

As associações de moradores tiveram espaço para reivindicações

“É inadmissível que um bairro com 31 anos de existência ainda não tenha uma creche ou um posto policial. Temos um documento com mais de 1,2 mil assinaturas solicitando a volta do posto da PM. São várias reivindicações, mas a prioridade é a segurança”, frisou o morador do Bairro do Congós, Nildo Costa.

A audiência sobre a LDO permite que os vereadores e a prefeitura de Macapá emitam parecer para cada setor, com metas e gastos específicos. Segundo os parlamentares, o grande debate deve girar em torno do reajuste dado para os servidores da educação depois da greve de 46 dias.

Vereadora Aline Gurgel:

Vereadora Aline Gurgel: ouvir as demandas e definir metas

“Hoje vamos ouvir a demanda da população, analisar o orçamento e definir as metas. Os vereadores poderão propor emendas para projetos e solicitações para construção de escolas, bases da PM, revitalização de praças e pavimentação. Vamos analisar com cautela principalmente o reajuste salarial dos servidores”, explicou a presidente da Comissão Tributária, Financeira e Orçamentária da Câmara, vereadora Aline Gurgel (PR).

Os parlamentares devem votar a lei até dia 30 de junho. Caso contrário, a Câmara Municipal não terá recesso de férias.

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