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Depois de ter quatro conselheiros afastados por determinação do Superior Tribunal de Justiça (STJ), o Tribunal de Contas do Estado do Amapá (TCE) informou que as atividades serão mantidas e que conselheiros substitutos já foram chamados para a manutenção das atividades do órgão.
Regildo Salomão, Amiraldo Favacho, Manoel Dias e Júlio Miranda, que foi preso em meio a operação Mãos Limpas ocorrida em 2010, foram afastados das atividades por conta de denuncias de formação de quadrilha e peculato.
No auge das investigações, Júlio Miranda teve carros de luxo e um avião apreendidos. A PF também descobriu que ele tinha um hotel na Paraíba e teria sacado milhões na boca do caixa em operações irregulares.
Todos já haviam sido afastados das atividades em 2012. O Ministério Público Federal diz que o total desviado pode chegar a R$ 100 milhões. Em 2014, todos os afastados conseguiram retornar gradativamente aos cargos graças a decisões liminares do próprio STJ. Agora, a corte diz que todos deverão permanecer afastados até que os processo seja finalizado.
Com saída dos conselheiros,  assumiram seus cargos os auditores  José Marcelo Santana, Lucival Alves, Antônio Wandeler e Pedro Aurélio Tavares.

 

Foto Capa: Assessoria de Comunicação do TCE

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