Compartilhamentos

Foi lançado oficialmente nesta quarta-feira, 1º, pelo Banco do Brasil, o Plano Safra, um projeto do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) que visa subsidiar financeiramente pequenos, médios e grandes agricultores e pecuaristas. São mais de R$ 100 bilhões em incentivo para todo o Brasil.

No Amapá, o Plano Safra ainda caminha a passos lentos. “O plano ainda não rendeu muito no Amapá, mas, esperamos que com o avanço do agronegócio possamos mudar esse quadro. Queremos que os recursos do Plano Safra sejam realmente usados aqui. Esse é um caminhos que levará o Amapá a se desenvolver ainda mais economicamente”, explicou o superintendente do Banco do Brasil no Amapá, Sadi Luiz Hendges.

Superintendente do BB,

Superintendente do BB, Sadi Luiz Hendges, conversa com técnicos e produtores. Fotos: Anderson Calandrini

Segundo o superintendente, quanto mais os produtores amapaenses fizerem uso dos recursos, mais dinheiro estará disponível a cada ano. “Hoje as pessoas enxergam o plano apenas como um incentivo a agricultura, mas vai muito além disso. Com o aumento da produção, se faz necessária a instalação de infraestrutura para suprir a distribuição, e isso aumenta a contratação de pessoal, transporte, etc. O resultado disso é o crescimento da economia, com reflexo na melhoria dos serviços prestados na educação e na saúde”, acrescentou Sadi Luiz.

Alexandre Menin, foi o primeiro a assinar solicitação de incentivo pelo Plano Safra

Alexandre Menin, foi o primeiro a assinar solicitação de incentivo pelo Plano Safra

Para o empresário, Alexandre Menin, do ramo do agronegócio, o incentivo chegou para ajudar. “Já havia trabalhado com o Plano Safra quando ainda produzia no Estado de Mato Grosso do Sul, mas, em solo amapaense, esse foi o primeiro passo para o meu negócio. O Amapá tem um solo fértil para a produção de grãos, e esse caminho trará com certeza o desenvolvimento, assim como aconteceu no Mato Grosso do Sul, que hoje é responsável por grande parte da produção agrícola do Brasil”, explicou o empresário, que foi o primeiro a assinar um pedido de incentivo do Plano Safra em 2015.

Para que todo esse processo de desenvolvimento se consolide, o Amapá precisa suprir o déficit o fundiário. O Plano Safra só atende a negócios totalmente legalizados.

“O Amapá ainda vive esse problema fundiário, mas os empreendedores têm que ter ciência da necessidade da regularização, que é o caminho primário para que haja a consolidação do agronegócio em todo o Brasil”, finalizou o superintendente. 

Para ter acesso ao Plano Safra, o produtor deve procurar o Banco do Brasil para saber em quais planos de incentivo seu negócio se encaixa, e como poderá usufruir do crédito.

 

Compartilhamentos