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O Governo do Estado determinou a abertura de um inquérito policial para investigar a incineração do corpo de uma criança sem a permissão dos pais e de forma irregular, junto com “material biológico humano hospitalar”. A determinação é do próprio governador Waldez Góes (PDT).

A Secretaria de Estado de Saúde (Sesa) informou também que abriu um inquérito administrativo interno no hospital.  A Sesa garantiu que está fornecendo assistência social e psicológica para a família.

“O objetivo agora é saber o porquê desse erro, quem são os responsáveis”, disse o secretário adjunto da Saúde interino, Antônio Teles Júnior.

O bebê, que nasceu com um grave problema no coração, e morreu na madrugada da última quita-feia, 6. O corpo foi levado para uma câmara frigorífica do Hospital de Clínicas Alberto Lima, e depois desapareceu. 

O caso foi denunciado pelos pais adolescentes. A mãe tem 14 e o pai acabou de completar 18 anos. Eles deram falta do corpo da criança quando voltaram de Santana onde foram buscar a certidão de nascimento para que o corpo da filha, que viveu apenas 1 mês, fosse liberado para o sepultamento.

A Sesa não informou enquanto tempo o inquérito administrativo interno apontará os culpados pela incineração. 

 

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