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Apesar da idade, apenas 19 anos, Arielton Vilarinho do Amaral, de 19 anos, era um dos criminosos mais perigosos e procurados da capital. Morto nesta quinta-feira, 10, numa troca de tiros com policiais da Rotam, uma unidade de elite do Bope, “Bate-Bisteca”, como era mais conhecido, era acusado de todo o tipo de crime, de furtos simples a assaltos, cárcere privado e homicídios.

Bate-Bisteca estava com um grupo de outros criminosos em uma vila de quartos (foto acima) numa área de ponte no fim da Rua Estrela, no Bairro Jardim Marco Zero. Na versão dos policiais, o grupo estava exibindo armas quando vizinhos decidiram acionar a polícia.

Bate-Bisteca ainda na rede em que foi enrolado pelos policiais: 4 tiros

Bate-Bisteca ainda na rede em que foi enrolado pelos policiais: 4 tiros. Fotos: Jair Zemberg

Ao chegar ao local, ainda de acordo com relatório da PM, a equipe da Rotam foi recebida a tiros. Foram tantos que a fumaça produzida pelos disparos criou uma rápida neblina. Quando se dissipou, os policiais viram um dos suspeitos caído no chão sangrando.

Os policiais perceberam que os ferimentos em graves. Foram quatro tiros de calibre .40, a maioria no peito.

Não dava tempo de esperar a chegada da ambulância do Samu. Bate-Bisteca foi enrolado em uma rede emprestada por um morador e levado para o Hospital de Emergência na viatura da Rotam, mas já chegou morto ao hospital.

Arielton Vilarinho do Amaral era procurado e já tinha indiciamentos por muitos crimes, especialmente por assaltos a ônibus. Em roubos a residências, a polícia diz que ele sempre agia com violência contra moradores chegando a tornar reféns alguns deles.

Também tinha indiciamentos por tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo e tráfico de entorpecentes. Topava tudo, até ontem.  

 

 

 

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