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A Procuradoria Geral do Estado informou que o governo do Estado vai pagar totalmente a dívida com as empresas de empréstimos consignados até o fim deste ano. Há mais de dois meses que agências e bancos não recebem do governo do Estado os repasses descontados no contracheque do servidor. Por enquanto, nenhum funcionário teve o nome negativado.

Esta semana, representantes das financeiras se reuniram com a equipe de governo e ouviram que os pagamentos só devem começar a ser feitos a partir de outubro.

“É resultado dos contingenciamentos por causa da crise brasileira. São cortes de custos que o governo teve que fazer para manter a folha de pagamento em dia. Até o dia 10 de setembro, o Amapá deixou de receber mais de R$ 30 milhões quando tinha que receber R$ 70 milhões do Fundo de Participação dos Estados”,  explicou o procurador geral do Estado, Narson Galeno.

O procurador disse ainda que em outubro será possível saber quanto o estado economizará com os cortes de custos das secretarias. Só a partir de então será possível programar os repasses para as empresas de consignação.

No total, segundo cálculos das empresas, mais de 20 mil servidores tem empréstimos consignados no salário. Por enquanto, todos os convênios com as financeiras estão suspensos, com exceção do Banco do Brasil que continua cedendo linhas de crédito.

Em alguns casos, os servidores também tiveram os cartões de crédito dessas empresas bloqueados.

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