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Um levantamento feito pela Secretaria de Estado da Saúde identificou 294 servidores do Estado prestando serviço, sem concessão, nas Unidades Básicas de Saúde que pertencem à Prefeitura de Macapá. Como a atividade sem oficialização é ilegal, as gratificações desses servidores foram bloqueadas. Em função disso, a categoria decidiu fazer uma paralisação de advertência que terminará nesta quinta-feira, 3.

Representantes do Governo de Estado e da prefeitura de Macapá iniciaram as conversações para firmar um convênio que de regulariza a situação. Como as gratificações são custeadas pela Sesa, o Estado tem que desembolsar R$ 200 mil todos os meses.

Secretário Adjunto de Saúde, Antonio Teles: tratativas

Secretário Adjunto de Saúde, Antonio Teles: tratativas

“Esses profissionais recebem da Sesa, são lotados aqui, mas trabalham nas unidades do município. Não existe documentação nenhuma que explique essa condição. Portanto, decidimos fazer essa tratativa com a prefeitura porque entendemos a necessidade desses profissionais na saúde municipal”, explicou o secretario adjunto da Sesa, Antônio Teles.

Uma coleta de dados está sendo realizada pela Sesa para identificar o número correto de servidores, onde estão lotados, a qualificação de cada um e se desenvolvem suas funções realmente na área da saúde. Em função da paralisação, o atendimento nas UBS foi prejudicado. 

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