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O sonar de uma embarcação da Marinha encontrou a balsa Rosa de Maio no fim da tarde desta segunda-feira, 14. As equipes agora estudam a possibilidade de arrastá-la para uma parte mais rasa do rio, e assim permitir um trabalho mais prolongado dos mergulhadores.

A embarcação está a uma profundidade de 34 metros no Rio Jari, o que dificulta o trabalho dos seis mergulhadores do Corpo de Bombeiros que estão na região. Depois que o sonar captou a presença da balsa no leito do rio os mergulhadores já chegaram na balsa, mas não tiveram tempo de vasculhar todos os compartimentos atrás de corpos.

“Nessa profundidade os mergulhadores só podem trabalhar 10  minutos por dia por causa da pressão”, explicou o diretor de Comunicação do Corpo de Bombeiros do Amapá, tenente-coronel Roberto Nery.

Uma das soluções é içar a balsa com outra embarcação, mas essa estratégia ainda não foi definida pela Marinha.

Nomes

Uma fonte do Centro Integrado de Operações em Defesa Social (Ciodes), divulgou os nomes dos desaparecidos. São eles: Cleomar Figueiredo Nunes, de 34 anos, o comandante da embarcação, Lucas Valente da Costa, de 13 anos, Márcia Ibiapino, de 20 anos, Márcia Andrea Silva de Oliveira, de 36 anos (namorada do comandante), e uma mulher de prenome Rosa, de 30 anos. Todos são paraenses. Apesar da fonte ser o Ciodes, nem a Marinha e nem o Corpo de Bombeiros confirmam os nomes.

Os sobreviventes foram identificados como Rosenilson Firmino de Oliveira, de 36 anos, Valdinei Brandão da Costa, de 38 anos, e um homem identificado apenas como Neto, e 19 anos.

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