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O ex-funcionário da Secretaria Extraordinária de Políticas Públicas para a Juventude (Sejuv), Raimundo Borges, acusou através de um e-mail o secretário da pasta, Rafael Cambraia, de receber diárias indevidamente no valor de R$ 21 mil. Segundo Borges, o secretário também usa o carro da secretaria para fins particulares, além de contratar familiares e promover assédio moral. O secretário nega as acusações, e diz que o ex-funcionário é ligado ao governo passado.

Raimundo Borges, que trabalhou na Sejuv até fevereiro deste ano, conta que de janeiro até outubro foram depositados indevidamente em sua conta corrente cerca de R$ 21 mil em diárias. Segundo ele, o secretário teria determinado que o dinheiro fosse depositado na sua conta pessoal.

Secretário Rafael Cambraia: vou entrar com processo por calúnia e difamação. Fotos: Cassia Lima

Secretário Rafael Cambraia: vou entrar com processo por calúnia e difamação. Fotos: Cassia Lima

“Eu vou pedir direito de resposta na Assembleia Legislativa e entrar com processo por calúnia e difamação contra essa pessoa. Eu quero que ele prove cada item mencionado no e-mail. São denúncias graves que envolvem servidores, e ele terá que provar o que escreveu”, frisou o secretário Rafael Cambraia.

A denúncia diz ainda que o secretário fazia desvio de função de servidores da área administrativa para setores técnicos. Além da prática de nepotismo, Cambraia havia liberado contrato de funcionários fantasmas, e retirado a Orquestra Essência do prédio da Sejuv por questões puramente políticas.

Para o secretário, as denúncias são infundadas. “Isso é perseguição política. O Borges é ligado ao governo passado e se sentiu incomodado com a nossa forma de governar que é diferente da deles, e não persegue servidor. Ele é um bom técnico, mas se deixa envolver com política partidária”, disse Rafael.

 

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