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Ainda não foram recapturados os dois presos condenados por homicídio e assaltos que conseguiram escapar do Instituto de Administração Penitenciária (Iapen) na tarde desta quarta-feira, 14. Os agentes só sentiram falta deles durante a contagem. A dupla fugiu quando ia para a escola que funciona dentro do chamado “Cadeião”, onde está concentrada a maior parte dos presos do Iapen.

Alex Brito do Couto, 21 anos, cumpre pena desde 2013 por roubo qualificado. Carlos Humberto da Silva Alves Filho,  de 23 anos, tem condenações por  furto e homicídio. Entre várias decisões judiciais, ele havia entrado e saído do Iapen várias vezes desde 2010.  Este ano, ele voltou ao Iapen para o cumprimento de uma pena de 18 anos por assassinato.

O método da fuga foi o mais comum: a Tereza, corda feita de tecidos, geralmente roupas, lençóis e toalhas. A corda foi jogada sobre a muralha entre duas guaritas, a G 11 e a G 12, no Pavilhão F 2. Apenas a G 11 estava ativada. A outra estava desocupada por falta de efetivo, segundo a direção do instituto.

Hoje o Iapen tem mais de 2,5 mil presos vigiados por 900 agentes penitenciários, que ainda precisam se dividir entre a penitenciária feminina e os centros de custódia do Zerão e do Bairro Novo Horizonte.

Os presos se embrenharam na mata atrás do Iapen, onde as buscas continuam.

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