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Percorrer uma distância de 32 quilômetros mudando a posição do corpo apenas duas vezes sobre a “prancha” é apenas um dos desafios que velejadores do Amapá, Pará e da Guiana Francesa terão que encarar na II Travessia em Defesa do Rio Amazonas de Kitesurf. A competição será realizada entre os dias 20 e 22 de novembro em Macapá.

A ideia é promover o esporte, o turismo e, especialmente, lutar pela preservação do Rio Amazonas. Por isso, a programação inclui, além de um congresso técnico (no dia 20), um dia de limpeza ao longo da orla do Amazonas (21). No último dia ocorrerá a travessia.

Segundo dia da programação incluirá. Fotos: Associação de Kitesurf

Assim como no ano passado, segundo dia da programação incluirá um dia de limpeza ao longo da orla. Fotos: Associação de Kitesurf

O ponto de partida será a sede da Associação de Velejadores, no Canal do Jandiá, com a primeira etapa terminando no Canal dos Porcos, já no Estado do Pará. De lá, os velejadores percorrerão mais 16 quilômetros retornando para a capital do Amapá.

“Os atletas do Amapá estão acostumados com esse trecho e dificilmente irão perder. É uma prova de explosão, de resistência porque chacoalha bastante. O velejador vai numa posição o tempo todo, e depois só muda de perna para voltar”, explica Eliton Franco, competidor e ex-presidente da Associação dos Velejadores.

O Amapá ficou em duas das três primeiras posições

O Amapá ficou em duas das três primeiras posições

A primeira travessia foi realizada no dia 8 de dezembro do ano passado. O 3º lugar ficou com Alberto Paes Júnior (AP), 2º lugar com Bruno Gonzales (Guiana Francesa), e o campeão foi Edgar Vasconcelos (AP).   

A largada está marcada para o período entre às 15h e 17h, dependendo da maré. A imprensa esportiva nacional vai cobrir o evento.

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