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SELES NAFES –

Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quarta-feira, 9, pelo Ministério do Trabalho, mostram que em outubro houve uma estagnação no desemprego no Amapá, mas isso não quer dizer que a crise tenha freado. Pelo contrário. Dos principais setores da economia do Amapá, o comércio segue a tendência de continuar desequilibrando a relação entre demissões e admissões.

Comércio demitiu mais do que a construção empregou. Foto: Cássia Lima

Comércio demitiu mais do que a construção civil empregou. Foto: Cássia Lima

Em outubro, a construção civil e a indústria de transformação (celulose, mobiliário, entre outros) empregaram 114 profissionais com carteira assinada, enquanto o comércio demitiu 120 trabalhadores, produzindo um saldo negativo de – 4.

Joelma Santos, sup. do Min. do Trabalho/Ap: estabilização

Joelma Santos, sup. do Min. do Trabalho/Ap: estabilização. Foto: Seles Nafes

“O resultado é considerado uma estabilização no desemprego”, avaliou a superintendente do Ministério do Trabalho, Joelma Santos.

Quando se leva e consideração todos os setores da economia na capital, houve mais demissões do que admissões. Em outubro foram registrados 1.379 admissões contra 1.547 desligamentos, saldo de – 1,68%.

No município de Santana a situação foi um pouco melhor. No total, 291 postos foram ocupados e 166 acabaram fechados, o resultado foi positivo em 1,74%.  

Outro município com mais de 30 mil habitantes que foi analisado pelo Ministério do Trabalho foi Laranjal do Jari, no Sul do Estado. Apenas 10 pessoas tiveram a carteira assinada contra 18 que foram demitidas, resultando num saldo de 0,63%.

O Caged deve divulgar ainda este mês os dados de novembro, que podem mostrar um resultado bem diferente, especialmente em Macapá.

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