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CÁSSIA LIMA – 

O ex-deputado estadual Agnaldo Balieiro ainda não se apresentou à Justiça, mesmo com mandado de prisão em aberto desde o dia 2 de dezembro. Balieiro foi denunciado criminalmente pelo Ministério Público pelos crimes de peculato, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e formação de quadrilha.

Desde o mês de agosto o oficial de justiça tentava notificar o ex-deputado em dois endereços, mas ele nunca era encontrado. Por isso a prisão preventiva dele foi decretada pelo desembargador Carmo Antônio de Sousa. Na última quarta-feira, 9, o Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou o pedido de habeas corpus ao ex-parlamentar.

O advogado de defesa de Balieiro, Lucivaldo Costa, informou que já recorreu pela segunda vez no Tribunal de Justiça do Amapá (Tjap), e pretende entrar com novo pedido de habeas corpus.

De acordo com a denúncia do Ministério Público do Amapá, o ex-deputado teria se apropriado de quase R$ 1 milhão através de notas fiscais falsas para conseguir reembolso de verba indenizatória. A denúncia teve como base documentos apreendidos durante a operação Eclésia.

O parlamentar ainda disputou as eleições gerais de 2014, mas não conseguiu a reeleição para a Alap. O deputado Balieiro foi secretário de Administração do ex-governador Camilo Capiberibe (PSB).

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