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DA REDAÇÃO

O Centro Integrado de Operações de Defesa Social (Ciodes) conseguiu reduzir os trotes em cerca de 45% entre os anos de 2014 e 2015, que registraram, respectivamente, 119 mil e 54 mil ligações falsas.

Uma das armas usadas pelo Ciodes para reduzir os trotes é o projeto “Alôzinho”, que atinge diretamente as crianças em idade escolar. A coordenadora do projeto, Nazaré Neves, explicou que o objetivo das ações é mostrar às crianças através de palestras, debates e atividades educativas a importância do serviço, que é usado para socorrer pessoas acidentadas, doentes e com risco de morte.

“Através das nossas ações mostramos as consequências do trote para corporação, como aumento no gasto das viaturas devido aos deslocamentos desnecessários e o risco que os agentes correm”, disse.

Os trotes prejudicam o trabalho de policiais preparados para salvar vidas

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Segundo Nazaré, as punições para os autores dos trotes vão de multas, até prisão simples de quinze dias a seis meses. Se crianças forem as autoras, os pais serão responsabilizados.

Nesta quarta-feira, 6, aconteceu a primeira ação do projeto Alôzinho de 2016. A data é alusiva ao dia da morte da bombeiro militar Patrícia Gonçalves Façanha, que perdeu a vida em razão de um acidente enquanto se encaminhava para atender a uma ocorrência falsa em Macapá.

A panfletagem chamou atenção de várias pessoas e motoristas que passavam pelo centro comercial e marcou o início das atividades do projeto que será desenvolvido pelas secretarias de Estado da Educação (Seed) e de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) nas escolas das zonas sul e norte da cidade.

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