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ANDRÉ SILVA

Durante o ato desta quinta-feira, 21, que marcou o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, representantes de religiões africanas em Macapá pediram a criação de uma delegacia de polícia que investigue casos de preconceito. Os participantes se concentraram na Praça Barão do Rio Branco, no Centro de Macapá.

Representantes dizem que as religiões de matriz africana são as mais desrespeitadas. Fotos: André Silva

Representantes dizem que as religiões de matriz africana são as mais desrespeitadas. Fotos: André Silva

Os idealizadores da caminhada falaram da importância de realizar esse evento e explicaram que ela servirá como pontapé inicial numa ampla campanha de combate ao desrespeito às religiões.

“A caminhada acontece simultaneamente em outras cidades. Todas as religiões sofrem com a intolerância, mas a nossa é a que mais sofre”, queixou-se Ogan Passarinho.

Busto do Barão do Rio Branco virou altar contra o preconceito

Busto do Barão do Rio Branco virou altar contra o preconceito

A proposta da caminhada também é publicar um documento encaminhado ao governo do Amapá solicitando a criação de uma delegacia que combata os crimes contra o preconceito e a intolerância. O objetivo seria atender as pessoas que sofrem qualquer tipo de discriminação ou violência motivada pela opção religiosa.

A caminhada desceu pela Rua Cândido Mendes e teve uma grande adesão da comunidade de matriz africana do estado.

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