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OLHO DE BOTO

Policiais do 6º Batalhão da Polícia Militar do Amapá prenderam em Macapá um homem acusado de assaltar um taxista durante a madrugada. O acusado cumpre pena em regime de progressão, e tinha permissão para ficar na rua até um determinado horário. 

A vítima contou que foi imobilizada por uma “gravata” assim que chegou ao destino indicado pelos bandidos que se passaram por passageiros. Eles ainda inventaram uma história para ganhar a confiança do taxista.

O crime aconteceu por volta das 5h desta quinta-feira, 25. O taxista trafegava pela orla de Macapá quando viu dois homens acenando próximo da Rampa do Santa Inês. O taxista parou sem suspeitar de nada.

Um dos policiais da equipe do sargento Jorge Sá. Fotos: Olho de Boto

Um dos policiais da equipe do sargento Jorge Sá. Fotos: Olho de Boto

“Eles contaram que a polícia tinha recolhido a moto deles que estaria com o documento atrasado. Eu até vi uma chave de moto na cintura de um deles e acreditei”, relatou a vítima.

Depois de simular uma negociação de quanto custaria uma corrida até a Avenida Pedro Américo, no Cidade Nova, os dois passageiros entraram e continuaram agindo normalmente até que o veículo chegou ao endereço indicado pelos falsos passageiros.

“Estava tudo certo, até que fui surpreendido por uma gravata. O comparsa botou a mão na cintura e eu não reagi. Entreguei tudo que eles queriam”, explicou o taxista.

Os bandidos fugiram levando a carteira, celular, a renda e até o equipamento de som do veículo.

"Dodogo"foi reconhecido por foto e estava com os objetos roubados

“Dodogo”foi reconhecido por foto e estava com os objetos roubados

“Mostramos ao taxista várias fotos que temos em celulares e um foi reconhecido. Fomos até o local onde ele morava nas pontes e encontramos o bandido. Estava com parte da renda e os outros objetos”, informou o sargento Jorge Sá, do 6º BPM, que comandou a captura.

O assaltante foi identificado como Gilson Leal de Oliveira, de 23 anos, o “Dodogo”. Ele cumpre uma condenação em liberdade.

“Na sexta-feira passada, ele chegou a ser conduzido por estar na rua fora do horário estipulado pela Justiça. Ele bebia em um bar por volta das 22h”, acrescentou o sargento.

O comparsa, identificado inicialmente apenas como “Luanzinho”, ainda não foi localizado.

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