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OLHO DE BOTO

Um ex-detento foi preso na madrugada deste domingo, 13, acusado de furtar materiais de uma obra. Ao ser abordado pela Polícia Militar, ele fingiu ser vigia, mas quando foi desmentido ele admitiu que ia vender o material para comprar drogas. Foi a 6ª prisão dele.

Há apenas 3 meses fora do Instituto de Administração Penitenciária do Amapá (Iapen), José Ronaldo Gemaque Furtado, de 28 anos, foi preso em flagrante quando tentava furtar 30 metros de cabos elétricos, um motor de betoneira e ferramentas de uma obra.

Alguém avisou anonimamente pelo 190 que o furto estava ocorrendo. Uma equipe do 6º Batalhão da Polícia Militar, comandada pelo sargento W. Dias, chegou bem na hora em que Gemaque deixava a obra com o material que estava sendo transportado em uma bicicleta.

Ao ser questionado sobre o que estava fazendo ali naquele local àquela hora da madrugada, cerca de 1h, ele tentou enganar os policiais afirmando que era o vigia da obra.

Na delegacia, Gemaque admitiu que ia vender o material para comprar drogas. Fotos: Olho de Boto

Na delegacia, Gemaque admitiu que ia vender o material para comprar drogas. Fotos: Olho de Boto

“Recebemos a denúncia de que esse indivíduo tinha pulado para dentro da obra e ao chegarmos ao local ele fingiu que estava lavando as mãos em um balde. Na bicicleta dele estava o material que ele já ia levar”, lembrou o sargento.

Uma vizinha passou aos policiais o número do engenheiro responsável pela obra que foi até o local e desmentiu o acusado.

Ao consultar o nome de Gemaque no sistema do Centro Integrado de Operações em Defesa Social (Ciodes), os policiais descobriram que ele é dono de uma extensa ficha criminal com cinco passagens por furto pelo Iapen.

Gemaque: "agora é aguentar as consequências"

Gemaque: “agora é aguentar as consequências”

O falso vigia foi conduzido até o Ciosp do Pacoval, onde admitiu o crime e disse que pretendia vender o material para comprar drogas.

Ele deve ser encaminhado pela sexta vez para o Iapen pelo mesmo motivo.

 “Agora já que aconteceu e aguentar as consequências”, lamentou o acusado.

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