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ANDRÉ SILVA

A Prefeitura Municipal de Macapá (PMM) não renovou contrato com empresas de vigilância. Agora a responsabilidade de cuidar dos prédios está nas mãos da Guarda Civil de Macapá. Cerca de 260 guardas serão direcionados para cuidar dos 86 postos antes ocupados por vigilantes particulares. O motivo, segundo o prefeito Clécio Luiz, é falta de recursos.

“Nós estamos com dificuldades financeiras. Desde o primeiro ano estamos fazendo cortes. Desde o ano passado nos vínhamos fazendo cortes nessa érea. Fizemos a instalação de monitoramento eletrônico em vários prédios da prefeitura. Mas não é só reduzir custos, estamos também dando qualidade na segurança”, afirmou o prefeito.

O contrato com as empresas venceu no domingo, 6,  e a prefeitura resolveu não renovar. Com o corte, a prefeitura pretende economizar cerca de R$ 1,5 milhão por mês.  

A Guarda Civil conta com um efetivo de 542 guardas espalhados em repartições do município e em rondas pela cidade. Segundo o prefeito, a manobra não ira afetar o serviço de segurança na cidade.

O prefeito revelou que uma possível renovação poderia acarretar em atraso de pagamento para as empresas. Na opinião dele, existem lugares que não necessitam de vigilância armada, mas se for necessário, a prefeitura fará um contrato a parte para obter esse tipo de serviço. A parte da Guarda já usa armas não letais.

As empresas que não tiveram os contratos renovados foram a Pargel e Servi San.

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