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DA REDAÇÃO

A luta para que o marabaixo seja reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro ganhou mais força nesta terça-feira, 22, num encontro entre o ministro da Cultura, Juca Ferreira, e representantes de grupos de marabaixo do Amapá. A reunião foi intermediada pelo senador Randolfe Rodrigues (REDE-AP)

O marabaixo foi representado por Daniela Ramos e Esmeraldina Santos. O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) analisa o pedido do Amapá para que a dança seja reconhecida. O ministro já tinha manifestado interesse pelo assunto em visita ao Amapá no ano passado durante a quadra junina.

Marabaixeiras, o senador e o ministro: reta final. Fotos: Divulgação

Marabaixeiras, o senador e o ministro: reta final. Fotos: Divulgação

Os representantes culturais criaram um comitê para tratar do assunto diretamente com o (Iphan). A articulação para que o registro seja aprovado é realizada desde 2013.  

“Fizemos o inventário, e em 2014 iniciamos a mobilização dos grupos e comunidades que contribuíram com o inventário e formam o comitê gestor que subsidia o Iphan como mediador do trabalho de registro. A meta é entregar o pedido de registro em maio”, informou a superintendente do Iphan no Amapá, Juliana Morilhas.

Articulação para aprovação do registro ocorre desde 2013. Foto: Márcia do Carmo

Articulação para aprovação do registro ocorre desde 2013. Foto: Márcia do Carmo

Além do ministro Juca Ferreira, a superintendente nacional do Iphan, Jurema Machado, também estava no encontro e se comprometeu a acelerar o processo. O senador Randolfe Rodrigues garantiu que vai viabilizar recursos para custear a finalização da pesquisa.

“Finalmente o nosso marabaixo terá o reconhecimento merecido, é a valorização da cultura e respeito com a memória de nossos antepassados. Essa vitória é de todo o povo do Amapá e principalmente dos pioneiros que não deixaram a história se perder no tempo”, comemorou Daniela Ramos.

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