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DA REDAÇÃO

Os professores do Estado decidiram quase no fim da noite desta terça-feira, 29, em assembleia geral extraordinária, iniciar uma paralisação de três dias em protesto pelo parcelamento dos salários do mês de março e a falta de uma proposta de reajuste salarial por parte do governo. Em uma nova assembleia marcada para esta quinta-feira, 31, eles decidirão se entram ou não em greve por tempo indeterminado.

A assembleia começou por volta das 18h na quadra da Igreja Jesus de Nazaré, que ficou lotada, e só terminou depois das 22h. Além do parcelamento dos salários, a categoria considerou que houve descumprimento da campanha salarial “que é um desrespeito à data-base do servidor”, informou o Sinsepeap em nota.

Categoria se reunirá em nova assembléia nesta quinta, 31. Fotos: Ascom

Categoria se reunirá em nova assembléia nesta quinta, 31. Fotos: Ascom

Os professores aprovaram a paralisação de três dias a partir desta quarta-feira até sexta-feira, 1º. Se a greve for aprovada na quinta, as aulas serão suspensas já na próxima segunda-feira, 4.

A categoria ainda aprovou a publicação de uma nota de repúdio, o ingresso de uma ação civil pública na Justiça contra o parcelamento dos salários e a convocação de uma nova assembleia para o próximo dia 31, a partir das 18h30, na quadra do Colégio Amapaense.

Na manhã desta quarta-feira, 30, várias escolas amanheceram fechadas com alunos do lado de fora, entre elas a Alexandre Vaz Tavares, no Bairro do Trem, e Sebastiana Lenir, no Bairro do Buritizal. 

 

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