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ANDRÉ SILVA

O Centro de Convivência do bairro Perpétuo Socorro, Zona Central de Macapá, está abandonado há mais de 5 anos. Segundo os moradores, o local já serviu de creche e de ponto de referência de atividades para pessoas da terceira idade.

Espaço onde funcionava a cozinha

Sem torneiras e pia, espaço abrigava a cozinha do Centro

Hoje, usado de ponto para usuários de drogas e até mesmo como motel, o Centro de Conveniência não é mais o mesmo de antigamente. A insegurança ao redor do local deixa os moradores apreensivos e com medo.

Prédio está deteriorado

Sem manutenção, prédio está se deteriorando

“Esse prédio primeiro serviu de centro de atividades para a comunidade, mas agora só serve para acumular lixo e bandido”, desabafa uma moradora que não quis se identificar com medo de represálias.

Quadra de areia não é utilizada pelos esportistas

Quadra de areia não é utilizada pelos esportistas do bairro

O Centro chegou a ser usado como anexo da escola Maestro Miguel, que fica no bairro. Depois, passou a abrigar atividades para idosos. Moradores dizem ainda que ele chegou a ser usado até como creche. O espaço conta com uma quadra de areia, playground e prédio que dispõem de várias salas.

Magno Pantoja: não conseguimos vencer tanto lixo

Magno Pantoja: não conseguimos vencer tanto lixo

“Um dos problemas também é o lixo. A comunidade não tem consciência.  Nós fizemos um mutirão de limpeza no local, mas não demorou muito para que começassem a sujar de novo”, conta Magno Pantoja, presidente da Associação de Moradores do bairro.

Ele conta ainda que chegou um período, ainda no mandato do ex-prefeiro Roberto Góes, que todos os Centros Comunitários foram transferidos para o governo e de lá para cá, nada mas foi feito.

“Eles ficaram naquela de transferir, não transferir, aí ficou assim, parado. Sem vigilante, o Centro ficou exposto. Levaram fogão, geladeira e utensílios domésticos. Deixaram o Centro sem nada. Só serve de motel, lixeira e para as pessoas fumarem droga”, denuncia o presidente.

O site SELESNAFES.COM  entrou em contato com a assessoria de comunicação da Secretaria de Inclusão e Mobilização Social (SIMS), mas não foi atendido. 

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