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SELES NAFES

O governador do Estado, Waldez Góes (PDT), disse nesta quinta-feira, 12, que, apesar de seu partido ter feito parte do governo Dilma, ele vai procurar o presidente em exercício, Michel Temer (PMDB), para continuar defendendo as principais pautas do Amapá. Waldez deixou claro que o Amapá avançou em vários aspectos durante o governo do PT, mais especificamente na gestão Dilma Roussef.

“Posso citar 3 exemplos: a interligação do Amapá com o sistema nacional de energia (Linhão de Tucuruí), a instalação da Zona Franca Verde e a transferências das terras para o Amapá”, elencou o governador, logo após uma coletiva pela manhã no Palácio do Setentrião, onde detalhou para a imprensa como ocorrerá a gestão conjunta de legalização e uso das terras do Estado.

16 de abril: Dilma transfere terras para o Amapá

16 de abril: Dilma transfere as terras da União para o Amapá

Waldez Góes disse que não será um governador de oposição, mas que terá uma relação federativa com o presidente em exercício. De acordo com ele, o Amapá vai continuar pedindo, junto com os outros estados, o alongamento do parcelamento das dívidas, entre outros pleitos.  

O governador informou que pretende continuar articulando politicamente o resgate do crédito de mais de R$ 300 milhões que o Amapá tem com a BR Distribuidora. Já existe uma decisão transitada em julgado com pedido de bloqueio aprovado, mas ainda não houve o sequestro do dinheiro.

Linhão de Tucuruí interligou o Amapá ao sistema nacional. Foto: Arquivo/Divulgação

Linhão de Tucuruí interligou o Amapá ao sistema nacional. Foto: Arquivo/Divulgação

 “Meu partido vai permanecer na oposição, mas dependendo do assunto poderemos estar ou não alinhados com o governo federal. Todo governo estadual tem uma obrigado com sua população de ter uma boa relação com o poder central”, ponderou.

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